
Poema sonoro realizado em parceria com o artista plástico Eduardo Verderame. Na verdade, o mérito da criação do áudio é do Edu, porque foi ele quem manipulou e mixou, criando essa repetição em cadência… A única coisa que eu fiz, de fato, foi escrever e ler e repetir como uma cobaia! O poema foi gravado sob o planetário do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em 2002. É embaixo dessa grande cúpula prateada, uma grande câmara de eco, que aparece aí na foto. Apresentei este poema durante a 5ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, no espaço Arena do Escritor, coordenado pelo escritor Carlos Emílio, no Centro de Convenções, Fortaleza-CE. Depois, o Eduardo também fez um vídeo-poema a partir dessa trilha.
Desde que eu postei essa ferramenta de áudio aí em cima, nunca consegui ouvir aqui no blog! Para ouvir, talvez seja melhor ir direto no site onde armazenei: câmara de eco (versão de ez) e câmara de eco (versão de ev).










