Postagens Entiquetadas como ‘Objetos’

17/04/2008

caixa silêncio

Caixa desenvolvida no processo recto/verso com Sofi, para a elaboração da exposição “hier m’abandonne, pourquoi le retenir?” Li Po. De alguma maneira, esta caixa já incopora questões trazidas pela idéia de expor num Centre Médical, talvez por isso a idéia de silêncio, em vermelho. As caixas trocadas durante o processo, foram trazidas e levadas por nossos [...]

17/04/2008

caixa preta 22

 
Caixa desenvolvida no processo recto/verso  com Sofi, para a elaboração da exposição “hier m’abandonne, pourquoi le retenir?” Li Po. Esta caixa, entregue em mãos, encerra o nosso processo de trocas, já que depois dela começamos a trabalhar na exposição.
 

Para ver o conteúdo da caixa, abrir o arquivo em power point:
 projeto-caixa-preta-22

17/04/2008

parangaba/mucuripe

Depois da exposição, “hier m’abandonne, pourquoi le retenir?”, em parceria com a Sofi, segui em viagem, para participar de outra mostra, VIZINHOS, em Viena. Como passaria por Praga, cidade com a qual Sofi mantém também uma relação afetiva, e que eu iria, depois, também passar a ter, lhe perguntei: – Como habitar as cidades em [...]

17/04/2008

Prato Feito

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O artista catalão Antonio Miralda desenvolve um projeto de arte sobre comida e gastronomia, envolvendo as mais diversas culturas. Na 27ª. Bienal de Arte de São Paulo, “Como viver junto”, seu trabalho consistiu em distribuir pratos em branco para que pessoas diferentes os “decorassem”, tendo como pano de fundo a realidade brasileira. Achei o projeto [...]

14/04/2008

Para guardar segredos

Imersa no universo das trocas de correspondências e cotidianos, e também fascinada, de alguma forma, com o universo da intimidade experimentado nos processos de criação com Sofi Hémon, para a exposição “hier m’abandonne, pourquoi le retenir?” Li Po, o trabalho de Viena, que foi exposto meses depois da exposição de Mulhouse, surgiu, primeiramente,  como uma [...]

14/04/2008

hier m’abandonne, pourquoi le retenir? (Li Po)

Conheci a Sofi Hémon em 2001, quando traduzi, por conta da abertura de sua exposição, uma fala sobre seu trabalho “Cor de burro quando foge”, no Alpendre – Casa de Arte, Pesquisa e Produção, espaço alternativo de arte contemporânea na cidade de Fortaleza. Naquela época, o Alpendre possuía diferentes núcleos de trabalho e vários novos [...]